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Sunday, April 10, 2016

Recomeço, por Cat Patrick






Sinopse

Tudo começou com um acidente de ônibus. Daisy Appleby era pequena demais para lembrar — tem apenas flashes do acidente que a matou, e de ter sido trazida de volta à vida. A partir daquele momento, ela se tornou uma das catorze crianças que fazem parte de um programa secreto do governo que visa aprovar um novo medicamento: o Recomeço.


     Sem dúvidas Cat Patrick, mesmo sendo uma autora de estreia já conquistou minha estante e meu alto conceito em leituras dinâmicas e criativas. Este é o segundo livro que leio dela, tendo ele mesmo sido escrito enquanto a autora ainda terminava o primeiro, Deslembrança. Ao meu ver, o que há de mais rico em suas histórias é o enredo, sempre muito criativo. É comum encontrarmos a mesma linhagem de histórias nas estantes de livrarias e bibliotecas, e o que gosto em Cat Patrick é o fato de que ela foge dessas linhagens normais, trazendo abordagens atrativas e diferentes.
     Daisy Appleby morreu quando tinha apenas 4 anos de idade em um acidente envolvendo seu ônibus escolar. Outras 14 crianças morreram junto com ela na ocasião. Hoje Daisy acaba de se mudar para Omaha, onde começará a construir sua vida mais uma vez. 
     Daisy e as outras 14 crianças do ônibus, logo após o acidente entraram para um programa secreto do governo chamado Recomeço. Como cobaias de testes de laboratório, estas crianças foram submetidas ao medicamento de mesmo nome (Recomeço), que visa dar um fim à morte. Ao morrerem no acidente, foram 'ressucitadas' pelo remédio. O governo possui a intenção de liberá-lo a toda população, mas enquanto ele ainda está em fase de testes, é extremamente secreto e sua existência não pode ser revelada.
      Após ser picada por abelhas em sua antiga cidade, Daisy morre novamente, sobrevive graças ao Recomeço, e ela e sua família (agentes do governo) começam uma nova vida com novos nomes em Omaha. Nessa nova cidade, a jovem constrói uma forte amizade com Audrey, que se torna sua primeira amiga fora das crianças do ônibus. Ela, por sua vez, sofre de câncer, e a incapacidade de Daisy de usar o Recomeço na amiga desperta uma onda de questionamentos acerca de tudo em que ela já acreditou. 
     Ao aproximar-se da amiga e apaixonar-se pelo irmão dela, com seus novos laços Daisy passa a questionar e descobrir informações acerca do programa Recomeço que não fazem sentido, e podem por em risco tudo o que ela acreditava, e em risco toda a sua vida - neste caso, não a vida física, mas a história que ela construiu até hoje.
     Em uma aventura de descobertas e questionamentos, Daisy descobre o verdadeiro amor e amizade e o poder que eles têm em mudar nossas vidas. Indicado para todas as idades, Recomeço é uma leitura fácil, dinâmica e criativa.




Depressão pós-livro: 60%
Avaliação Final: 85%
     
     

Tuesday, April 28, 2015

The Maze Runner, by James Dashner




Synopsis
When Thomas wakes up in the lift, the only thing he can remember is his first name. His memory is blank. But he’s not alone. When the lift’s doors open, Thomas finds himself surrounded by kids who welcome him to the Glade—a large, open expanse surrounded by stone walls. Just like Thomas, the Gladers don’t know why or how they got to the Glade. All they know is that every morning the stone doors to the maze that surrounds them have opened. Every night they’ve closed tight. And every 30 days a new boy has been delivered in the lift. Thomas was expected. But the next day, a girl is sent up—the first girl to ever arrive in the Glade. And more surprising yet is the message she delivers. Thomas might be more important than he could ever guess. If only he could unlock the dark secrets buried within his mind.

     The Maze Runner was not even a bit a surprise. Compared to Divergent and The Hunger Games, it thrilled me that I would be emerged in the dystopic futuristic society type of reading again, which amazes and always inspires me to think out of the box. The Maze Runner is the kind of book I would say that pushes further my thoughts and ideas. 
    Mystery I believe is the best word to define this wonderful story. You never now what is to come, what you are supposed to expect, much less do the characters. The very first chapter already presents a mystery: Thomas is being lifted by an elevator and is in total panic. He gets to a glade - the Glade - and realizes his memory got wiped up. He does not remember who he is, where he had come from, or where he is. Nothing seems familiar. Adding more mystery to it, he is pulled out of the elevator box by a bunch of boys of all ages, but all are young like him, and they also do not know a thing about their lives or the purpose of them being there. 
     The boys have built their own way of living, have created an hierarchy and job functions for each one in the Glade. Thomas soon understands they are surrounded by a maze and that they are expected to find its exit. Also, every month the elevator box goes up with a new boy, exactly thirty days. Although they had been stuck in the Glade for about two years, things start to change after Thomas´s arrival. The next day he gets to the Glade, the box lifts again and a girl shows up - the first girl. She comes in a coma stage and wrapped around her hand there is a piece of paper carrying a message. 
     The Creators change the course of events in the Glade. The gladers are now forced to find a solution for their situation. But now that things have changed forever, no one knows exactly how to act or what to expect. Still, why are they there for? Some attribute it to Thomas´s coming to the Glade. Everything had changed since then. 
     Completly praised by the media, The Maze Runner has an enlightening plot, and I shall warn you dear reader, it´s vicious. Getting addicted to enveil mysteries and think out of the box when reflecting about a likely future for the humanity isn´t hard.
     I totally recommend this reading to all those who are not frightened to find out the truth. 




Depression after reading: 100%
Final Rating: 100%


Monday, March 30, 2015

Mathilda Savitch, por Victor Lodato



Sinopse
     Mathilda Savitch tem conflitos que extrapolam as dores comuns da adolescência: sua irmã mais velha é brutalmente assassinada, jogada na frente de um trem por um desconhecido. Com a angústia de uma nação em guerra contra o terrorismo e os pais enlutados pela tragédia familiar, Mathilda decide usar a maldade para provocar alguma reação neles, que estão completamente catatônicos. Eleito o melhor livro de 2009 pelo The Christian Science Monitor, pela Booklist e pelo The Globe and Mail, o romance de estreia do poeta e dramaturgo Victor Lodato retrata, de maneira impressionante, a vulnerabilidade e a aparente ousadia adolescente.


     Por ser um livro da autoria de um poeta, vejo em Mathilda Savitch uma história sempre com duas faces, reinada pela subjetividade que só a poesia possui, e ao mesmo tempo a certeza que esta traz. Mathilda passa pela transição da infância para a adolescência, e como se os monstros internos da mudança não fossem suficientes, sua irmã mais velha foi assassinada ao ser jogada na frente de um trem por um desconhecido, e seus pais tornaram-se zumbis e nunca se recuperaram da tragédia.
     Enquanto passa pelo processo de auto descoberta, Mathilda deixa florescer sua maldade adolescente e tenta a todo momento provocar seus pais e o mundo ao seu redor. Sente que não há mais reação, e é isso o que busca, uma reação. A história mantém-se a uma velocidade constante, por mais que hajam atitudes que confiram ação à obra, o seu próprio tom de poesia inibe essa ação, tornando-a um tanto parada. Diria que esse livro é para o tipo de leitor que busca fatos e não ações, drama poético e não aventura.
     Mathilda prova ser uma personagem de coragem ao tentar buscar respostas para a morte da irmã. Quando percebeu que o mundo não reagiria, ela mesma reagiu e foi atrás da verdade. É interessante analisar os dois lados em constante luta dentro dela, a criança sincera e a adolescente nada inocente e cheia de ideias. Indicaria esse livro para amantes da poesia e prosa.


Trechos: " Há muito pouca imaginação no mundo. Uma pessoa como eu fica basicamente sozinha. Se eu quiser viver no mesmo mundo que as outras pessoas, tenho que fazer um esforço especial."
" No mundo há coisas bonitas e coisas tristes e, quando elas se juntam, formam uma estrela. A luz é muito distante, e o mais estranho é que ela fica dentro da gente. Só que, por mais que a pessoa olhe, nunca pode ver a estrela em si, vê apenas o reflexo dela num lago, que também fica dentro da gente."




Depressão-pós-livro: 69%
Avaliação Final: 65%

Monday, December 8, 2014

O Lado bom da Vida, por Matthew Quick




Sinopse
Pat Peoples, um ex-professor de história na casa dos 30 anos, acaba de sair de uma instituição psiquiátrica. Convencido de que passou apenas alguns meses naquele “lugar ruim”, Pat não se lembra do que o fez ir para lá. O que sabe é que Nikki, sua esposa, quis que ficassem um 'tempo separados'. 
Tentando recompor o quebra-cabeças de sua memória, agora repleta de lapsos, ele ainda precisa enfrentar uma realidade que não parece muito promissora. Com seu pai se recusando a falar com ele, sua esposa negando-se a aceitar revê-lo e seus amigos evitando comentar o que aconteceu antes de sua internação, Pat, agora um viciado em exercícios físicos, está determinado a reorganizar as coisas e reconquistar sua mulher, porque acredita em finais felizes e no lado bom da vida. 
À medida que seu passado aos poucos ressurge em sua memória, Pat começa a entender que 'é melhor ser gentil que ter razão' e faz dessa convicção sua meta. Tendo a seu lado o excêntrico (mas competente) psiquiatra Dr. Patel e Tiffany, a irmã viúva de seu melhor amigo, Pat descobrirá que nem todos os finais são felizes, mas que sempre vale a pena tentar mais uma vez.
Um livro comovente sobre um homem que acredita na felicidade, no amor e na esperança.



    Este foi para mim aquele tipo de livro do qual eu não sabia o que esperar. Já ouvi críticas boas e ruins a seu respeito. Creio que por seu enredo possuir um tom diferente da maioria dos livros, ele tenha gerado tanta divergência de opiniões. Para mim, contudo, ele tem uma representação especial, pois confesso que durante a leitura me apeguei ao personagem e a seu modo de pensar e ver o mundo.
     Pat Peoples acaba de sair de uma instituição psiquiátrica na qual esteve internado por cerca de 4 anos, apesar de acreditar que tenham sido só alguns meses. Algo ruim aconteceu em seu passado, mas o que realmente importa agora é que pôde sair do Lugar Ruim e viver em sua casa novamente. Seu maior objetivo é encerrar o Tempo Separados com sua mulher, Nikki. Sendo assim, o seu maior objetivo é tê-la de volta. Pat sabe que não foi um bom marido no passado e que sua estadia na clínica tem a ver com isso, portanto ele tenta a todo momento se tornar uma pessoa melhor, mais paciente, compreensiva, social, e ainda alguém que cuida muito de seu corpo, com direito a séries de malhação e corridas diárias.
     Pat é um bom homem, com um coração puro. É muito fácil para o leitor se apegar a ele, pois em alguns momentos seu modo de pensar se equivale ao de uma criança, e há uma melhor compreensão do sofrimento pelo qual ele passa, visto que nem todos entendem como sua mente funciona. O pai mal fala com ele, e algumas pessoas o ignoram ou o chamam de louco (não que não o seja). 
    Uma grande marca de Pat é sua tendência a buscar o Lado Bom da Vida. Ele não entende porque o mundo está sempre a ver o lado negativo, e após tanto tempo no Lugar Ruim, ele não poupa esforços para se tornar alguém melhor, e isto inclui uma angústia pelo mundo e pelas pessoas negativas que nele estão.
     Creio que este livro seja uma leitura rápida, típica de fim de semana. Ele apresenta uma abordagem simples, porém traz muito mais consigo do que aparenta, sendo seus personagens muito ricos e ativos na história. Indico àqueles que buscam diversão e ao mesmo tempo uma reflexão sobre a vida.


Depressão pós-livro:  90%
Avaliação Final: 85%

Saturday, January 18, 2014

A Menina que não Sabia Ler, por John Harding

A Menina Que Não Sabia Ler


Sinopse
1891. Nova Inglaterra. Em uma distante e escura mansão, onde nada é o que parece, a pequena Florence é negligenciada pelo seu tutor e tio. Guardada como um brinquedo, a menina passa seus dias perambulando pelos corredores e inventando histórias que conta a si mesma, em uma rotina tediosa e desinteressante. Até que um dia Florence encontra a biblioteca proibida da mansão. E passa a devorar os livros em segredo. Mas existem mistérios naquela casa que jamais deveriam ser revelados. Quem eram seus pais? Por que Florence sonha sempre com uma misteriosa mulher ameaçando Giles, seu irmão caçula? O que esconde a Srta. Taylor? E por que o tio a proibiu de ler? Florence precisa reunir todas as pistas possíveis e encontrar respostas que ajudem a defender seu irmão e preservar sua paixão secreta pelos livros - únicos companheiros e confidentes - antes que alguém descubra quem ousou abrir as portas do mundo literário. Ou será que tudo isso não seria somente delírios de uma jovem com muita imaginação?


     John Harding surpreendeu-me e emocionou-me com uma história que eu diria levar uma pitada de Stephen King e A Menina que Roubava Livros.
    Florence, a menina que não sabia ler, ou até onde todos sabiam, ela não lia, é a protagonista de uma história que começa na Nova Inglaterra em 1891. Ela e seu irmão Giles são meio-irmãos órfãos de pai e de mãe, e vivem sob a custódia de seu tio, o qual sempre os negligenciou, numa mansão em Blithe que mais parece um castelo afastado da cidade. Por motivos até então desconhecidos, seu tio enviara ordens para que Florence nunca fosse alfabetizada. Quando seu irmão é enviado a uma escola na cidade, ela passa a fazer do tédio uma busca ao conhecimento. Aprende sozinha a ler, aprende vários idiomas e é apaixonada por vários livros e autores consagrados; porém, vive no dilema de esconder isso dos criados e funcionários da casa.
    Quando seu irmão é expulso da escola e lhe é conferida uma governanta, a vida de Florence muda. Após a morte da preceptora anterior na casa, a nova funcionária, sr.Taylor, traz um novo mundo de preocupações e horrores pra vida de Florence, e o único amigo que lhe resta, o único confidente, são os livros. 
     Florence reúne várias pistas e informações e arrisca-se a entender seu passado e seu presente: o que são as premonições com as quais ela vive? O que a nova preceptora esconde? Por que proibiram-lhe de ler?
    Todas essas informações são fervorosamente buscadas por Florence, e a história chega a um ponto em que o leitor deve decidir se o fim é fruto da imaginação da personagem, ou se de fato ocorreu. Uma questão fantasiosa pode ser interpretada de várias maneiras, e Florence deixa esse barco pro leitor responder.
     Não classifico "A Menina que não sabia Ler" como um livro extraordinário pelo seu tom subjetivo e fantasioso que ao mesmo tempo que pode encantar um leitor, pode desnortear outro. Este é o tipo de história que se encaixaria melhor nas telas de cinema do que nas páginas de um livro por simplesmente não carregar um significado maior consigo, e esse funcionamento é típico dos filmes: um enredo mais superficial do que histórias de livros.

Depressão pós-livro: 40%
      Avaliação Final: 77%        



Confira quem já leu e os comentários para este livro: Orelha de Livro.

Saturday, December 28, 2013

Roubada, por Lesley Pearse



Sinopse

Ao se aproximar, David percebeu, para seu horror, que era uma mulher. Suas pernas desnudas ainda estavam dentro da água e, quando as ondas chegavam, levantavam a saia do vestido e faziam com que se agitassem. A cabeça não ficou visível até que ele se aproximasse, e David percebeu que ela era jovem, com mais de 20 anos, esguia e bela, e que seu cabelo loiro havia sido cortado de forma descuidada e brutal. —Quem é você?—ele perguntou, abaixando-se ao seu lado nos pedriscos da praia, erguendo-a até que estivesse sentada e apoiada contra seu ombro. David tomou o pulso da mulher. Embora a pele dela estivesse fria como o gelo e muito enrugada por causa da submersão, ele conseguiu sentir uma pulsação leve.” Contrariando todas as expectativas, ela está viva, mas não faz a menor ideia de quem seja. Contudo, quando sua foto é colocada no jornal local, uma antiga companheira de trabalho no cruzeiro que fez pela América do Sul a reconhece. Quando uma bela moça loira foi encontrada desacordada em uma praia, ela não tinha nenhuma lembrança de quem era ou dos horrores pelos quais havia passado antes de chegar ali. A esteticista Dale não via Lotte Wainwright há tempos, mas, para seu pesar, reconheceu sua amiga na foto publicada pela imprensa local em um artigo que noticiava as misteriosas circunstâncias do aparecimento da jovem que, recentemente, havia dado à luz...

     Lesley Pearse, renomada autora inglesa que já vendeu mais de 7 milhões de cópias de seus escritos pelo mundo, os quais já foram traduzidos para 30 idiomas, encantou-me com a potencialidade de "Roubada". Não dava tantos créditos a este livro até que o li. Está aí uma autora que superou as expectativas.
     As melhores palavras para qualificar esta obra seriam "Agonia" e "Coragem". Lotte Wainwhright foi encontrada na beira da praia no litoral de uma cidade inglesa ainda viva e sofrendo de perda de memória. Ela não sabia quem era e nem o que lhe havia acontecido. Com o passar do tempo ela recobra algumas lembranças de um passado mais distante, mas nenhuma delas respondia a pergunta sobre o que aconteceu para ter sido jogada no mar. Com a divulgação do seu caso nos noticiários locais, alguns amigos seus aparecem e contam-lhe sobre um passado que ela não reconhece como seu. Ao descobrir no hospital que ela deu à luz a uma criança, ela passa a não dormir direito, pois não suporta a ideia de ter tido um filho e não saber nada sobre ele. Quando um homem aparece no hospital e tenta estrangulá-la, seu caso já aparece em noticiário nacional, e as investigações sobre seu passado aumentam. O que ela teria feito para que alguém a odiasse? Seria ela uma má pessoa? Todas essas perguntas e o sofrimento pelo qual a protagonista passou enchem as páginas de agonia. E o mais brilhante desta obra é que essa agonia, com o decorrer da história, transforma-se em coragem, quando a força feminina aparece intensamento até o fim do livro quando Lotte Wainwhright prova que a determinação de uma pessoa é capaz de ditar o seu futuro.
     Lesley Pearse envolve seus leitores em uma trama de passo forte, que é ao mesmo tempo envolvente e revoltante. A revolta surge quando o leitor percebe-se em um mar de injustiça, que apesar de ser somente uma obra fictícia, também está presente na realidade mundial. Porém, suas páginas envolventes são impossíveis de deixar de lado. O livro explora um pouco de tudo: romance, drama, assassinato, suspense, ação.
     Indico o livro a adultos e pessoas de pulso firme.


Depressão pós-livro: 95%
Avaliação Final: 90%

Tuesday, September 24, 2013

À Primeira Vista, por Nicholas Sparks

Sinopse
À primeira vistaJeremy Marsh tinha três certezas: jamais se mudaria de Nova York, não se apaixonaria novamente e nunca teria filhos. Mas agora ele está prestes a se casar com Lexie Darnell e aguarda a chegada da primeira filha, enquanto conduz a reforma de sua nova casa na pequena cidade de Boone Creek, na Carolina do Norte. Em meio a tantas mudanças, Jeremy luta para reencontrar o equilíbrio pessoal e profissional ao lado da mulher que o fez mudar todos os seus planos. Quando tudo parece estar entrando nos eixos, Jeremy recebe um misterioso e-mail que dá início a uma série de acontecimentos que irão testar a força dessa paixão. Atormentado pela ideia de estar sendo traído, vivendo uma crise criativa que o impede de trabalhar e angustiado com a gestação complicada de Lexie, ele não poderia imaginar que o pior – e o melhor – ainda estava por vir. À primeira vista captura toda a incerteza, a tensão e a angústia da vida desse jovem casal, mas também retrata o romantismo, o companheirismo, a descoberta e o amadurecimento que só o verdadeiro amor pode proporcionar. 

     Posso ser uma leitora suspeita para falar de Nicholas Sparks, porém, "À Primeira Vista"  é mais um romance sábio e inteligente do autor; este aborda conflitos presentes em qualquer relacionamento, explorando a realidade do que é dividir a vida com outra pessoa, e as consequências disso. Como Sparks é especialista em fazer, ele mostra como o companheirismo e o amadurecimento são transformados pelo verdadeiro amor. 
     Apesar de "À Primeira Vista" ser a continuação da obra "O Milagre", a leitura deste não é necessária para se entender a trama. O livro tem um início mais lento e reflexivo, e a introdução ao cenário e aos personagens é um tanto longa, mas com o folhear das páginas, o leitor não vê outra saída senão se apaixonar pelo jovem casal protagonista da história, que está prestes a se casar, sofrendo grandes mudanças em suas vidas. 
     Jeremy Marsh quebra as três certezas de que tinhas em sua vida ao decidir casar-se com Lexie Darnell: nunca se mudaria de Nova York, não se apaixonaria novamente e nunca teria filhos. O livro explora sua nova vida em Boone Creek, e sua vida antes e após o casamento, e os desafios que ela apresenta, sobressaltando a verdadeira realidade de um matrimônio, e lições de relacionamento.
     A história bombardeia o leitor com uma enxurrada de emoções, dúvidas, certezas, alegrias e lágrimas. Quando tudo parece que vai dar certo, Nicholas Sparks consegue criar uma reviravolta na história, e arrancar umas lágrimas. 
     Este é o primeiro livro deste autor que não me pareceu previsível, e exatamente por isso, seu final teve um maior impacto. Sparks trabalha muito bem em prender o leitor até a última página com a mais simples das sinopses, acho isso incrível. Indico "À Primeira Vista" a todos os públicos, e principalmente, a jovens casais.
     

Trechos: " É preciso dar tempo para que cada um se acostume às peculiaridades do outro, por assim dizer. Todos têm as suas manias, mas elas tendem a ficar escondidas até que de fato se conheça o outro."
" As pessoas são o que são, ninguém é perfeito, mas casamento significa formar um time. Vocês vão passar o resto da vida aprendendo um sobre o outro e, de vez em quando, a coisa explode mesmo. Mas a beleza do casamento é que, se você escolheu a pessoa certa, se os dois se amam, sempre encontrarão uma maneira de resolver as questões."
" Quando as coisas ficam difíceis, você deve lembrar a si mesmo por que você se apaixonou por ela."
" Não se pode enxergar direito uma situação em que se está envolvido."


Depressão pós-livro: 90%
Avaliação Final: 94%

Thursday, September 12, 2013

O Caçador de Pipas, por Khaled Hosseini

                                             Sinopse
O livro conta a história da amizade entre Amir e Hassan, dois meninos quase da mesma idade, que vivem vidas muito diferentes no Afeganistão da década de 1970. Amir é rico e bem-nascido, um pouco covarde, e sempre em busca da aprovação de seu próprio pai. Hassan, que não sabe ler nem escrever, é conhecido por coragem e bondade. Os dois, no entanto, são loucos por histórias antigas de grandes guerreiros, filmes de caubói americanos e pipas. E é justamente durante um campeonato de pipas, no inverno de 1975, que Hassan dá a Amir a chance de ser um grande homem, mas ele não enxerga sua redenção. Após desperdiçar a última chance, Amir vai para os Estados Unidos, fugindo da invasão soviética ao Afeganistão, mas vinte anos depois Hassan e a pipa azul o fazem voltar à sua terra natal para acertar contas com o passado.
  
     "O Caçador de Pipas" consiste em uma narrativa emocionante do início ao fim, um incrível romance de estreia do autor Khaled Hosseini, que apesar de ter sido lançado em 2007, até hoje envolve leitores de todo o mundo.
     A obra trata da história de dois meninos afegãos, Hassan e Amir, que viviam na época de 1970, quando seu país ainda não havia sido tomado pelas forças do Talibã e dos ataques comunistas. Eles viviam uma vida feliz, apesar da grande diferença social que havia entre eles, por serem de classes e etnias diferentes. Eles viviam praticamente juntos e compartilhavam de uma boa amizade, porém, Amir sempre teve uma vida mais avantajada, por ter nascido rico e em uma boa família, mas não tinha o que mais queria que era a apreciação e o carinho de seu pai. Hassan, seu amigo hazara,sempre foi mais valente e corajoso, e sempre protegeu o amigo. Hassan é representado como uma alma ingênua e pura, de um caráter humilde.
     No inverno de 1975 ocorre um evento que mudaria a vida dos dois meninos para sempre; após um campeonato de pipas, Hassan prova sua lealdade e amizade por Amir, porém, acaba sendo traído por este, que tenta corrigir seus erros, que só se tornam maiores. Em um meio de traições e sofrimento, o Afeganistão é tomado pelas forças talibanesas, que trazem desgraças e mortes e destruição para os afegãos, que nunca mais viriam a vida que levavam até a época de 1970.
    Os dois meninos crescem, e Amir viaja para os Estados Unidos, e eles perdem o contato. Mas as lembranças sempre estiveram ali: erros do passado que atingiriam o futuro mais do que eles imaginavam. 
     O Caçador de Pipas foi escrito por um autor afegão que também viveu nos Estados Unidos, e leva o leitor a enxergar tudo o que ouve-se falar sobre a cultura muçulmana e os sofrimentos dos países do Oriente Médio de uma forma diferente, vemos tudo através do olhar deles, daqueles que estiveram lá e sofreram. O leitor tem a oportunidade de ser imergido na cultura afegã, com um texto rico em palavras em farsi, e items da cultura do Afeganistão. Através desses diferentes olhos, o leitor passa a enxergar como o Afeganistão era antes de ter sido tomado por forças opressoras, e após,  pode observar o impacto que isso teve na vida das pessoas que lá habitavam, e ainda, O Caçador de Pipas pode quebrar pré-conceitos que, inevitavelmente, (desde sempre e principalmente depois do ataque às Torre Gêmeas em 11 de Setembro de 2001), são encontrados no Ocidente em relação ao Oriente Médio. 
     Admiro muito esta obra de Khaled Hosseini, a qual me envolveu mais do que as expectativas que tinha pelo o livro. O Caçador de Pipas é uma leitura forte, e pesada, porém traz muitas boas mensagens, e possui uma trama envolvente, que prende o leitor do início ao fim.


Trechos: " E esse é o problema das pessoas que são sinceras: acham que todo mundo também é."
" Mas é melhor uma verdade que dói do que uma mentira que conforta."
" No Afeganistão, ter alguma coisa que viesse dos Estados Unidos,e , principalmente, que não fosse de segunda mão, era sinal de riqueza."
" Quando você mata um homem, está roubando uma vida. Está roubando da esposa o direito de ter um marido, roubando dos filhos um pai. Quando mente, está roubando de alguém o direito de saber a verdade. Quando trapaceia, está roubando o direito à justiça. Não há ato mais infame do que roubar."
" Pode ser injusto, mas o que acontece em poucos dias, às vezes até uma única vez, pode alterar o rumo da vida inteira, Amir."
" Sempre dói mais ter algo e perdê-lo do que não ter aquilo desde o começo."
" Mas o tempo pode ser uma coisa bem voraz - às vezes se apodera de todos os detalhes só para si mesmo. "
" Só permitem que alguém seja assim tão feliz se estão se preparando para lhe tirar algo."


Depressão pós-livro: 98%
Avaliação Final: 95%

    

Wednesday, July 17, 2013

Confie em Mim, por Harlan Coben



  Sinopse
''"Harlan Coben é mestre em prender a atenção do leitor e criar histórias surpreendentes. Ele vai seduzir você na primeira página apenas para chocá-lo na última." - Dan Brown, autor de O Código Da Vinci. Preocupados com o comportamento cada vez mais distante de seu ?lho Adam - principalmente depois do suicídio de seu melhor amigo, Spencer Hill -, o Dr. Mike Baye e sua esposa, Tia, decidem instalar um programa de monitoração no computador do garoto. Os primeiros relatórios não revelam nada importante. Porém, quando eles já começavam a se sentir mais tranqüilos, uma estranha mensagem muda completamente o rumo dos acontecimentos: "Fica de bico calado que a gente se safa." Perto dali, a mãe de Spencer, Betsy, encontra uma foto que levanta suspeitas sobre as circunstâncias da morte de seu ?lho. Ao contrário do que todos pensavam, ele não estava sozinho naquela noite fatídica. Teria sido mesmo suicídio? Para tornar o caso ainda mais estranho, Adam combina ir a um jogo com o pai, mas desaparece misteriosamente. Acreditando que o garoto está correndo grande perigo, Mike não medirá esforços para encontrá-lo.Quando duas mulheres são assassinadas, uma série de acontecimentos faz com que a vida de todas essas pessoas se cruzem de forma trágica, violenta e inesperada.''

     Nunca pus muita fé em ''Confie em Mim''. Talvez porque nunca havia lido um livro de Harlan Coben, ou talvez porque a sinopse mostre-se curiosa, mas um tanto séria também. 
     Este meu (pré)conceito se manteve firme até a página 56; todo o início é repleto de informações, são muitos personagens, muitos cenários, muitos questionamentos e problemas a serem resolvidos, que até você se acostumar e se familiarizar com todos eles, leva um tempo.
     Depois das 50 primeiras páginas, tudo começa a ficar mais claro. Já é possível separar cada história, uma vez que o livro narra várias vidas separadas, que aparentemente não têm nada em comum. E cada um dos capítulos sempre termina deixando um gostinho que 'quero mais' no ar, sempre finalizando-se na 'hora H'  fazendo com que o próximo capítulo seja lido depressa.
     Assim como afirmou Dan Brown: '' Harlan Coben é mestre em prender a atenção do leitor e criar histórias surpreendentes. Ele vai seduzir você na primeira página apenas para chocá-lo na última.''
     O autor mostra a facilidade de acesso a informações na era da internet, questiona o limite do relacionamento entre pais e filhos. Até onde os pais devem intervir na vida dos filhos? Quando o melhor é simplesmente confiar?
     Achei interessante também a forma como um simples evento, (um e-mail) , pode alterar o destino de tantas pessoas, colocar vidas em perigo, como um efeito dominó; e como tudo se encaixa perfeitamente no final. O quebra-cabeça é solucionado de forma inesperada.
     O livro é uma narrativa inteligente e moderna. Não sei como pude deixá-lo tanto tempo intocado na estante.


Trecho: ''Afinal, depois de tantos acontecimentos, o que Tia havia aprendido como mãe? Fazemos nosso melhor, só isso. Agimos com as melhores intenções. Deixamos que nossos filhos saibam que os amamos mais que tudo na vida. Mas, graças ao acaso, não podemos fazer muito mais que isso. Não podemos controlar a vida. (...) Tratava-se sobretudo de uma máxima para ilustrar o fato de que, a despeito dos nossos esforços, o controle é sempre uma ilusão. ''
Depressão pós Livro: 55%

Avaliação Final: 93%

Friday, February 15, 2013

Julieta Imortal, por Stacey Jay



Sinopse
Julieta Capuleto não tirou a própria vida. Ela foi assassinada pela pessoa em quem mais confiava, seu marido, Romeu Montecchio, que fez o sacrifício para assegurar sua imortalidade. Mas Romeu não imaginou que Julieta também 
teria vida eterna e se tornaria uma agente dos Embaixadores da Luz. Por setecentos anos, Julieta lutou para preservar o amor e as vidas de inocentes, enquanto Romeu tinha por fim destruir o coração humano. Mas agora que Julieta encontrou seu amor proibido, Romeu fará tudo que estiver ao seu alcance para destruir a felicidade dela. Segredos, mistérios e surpresas envolvem este poderoso romance em que o casal mais famoso da literatura mundial tem a chance de contar sua verdadeira história.





      Confesso que comprei este livro em função de sua capa, que, convenhamos, chama a atenção. Nunca me liguei muito em histórias clássicas do estilo de Romeu e Julieta, mas posso dizer que não me arrependi deste livro. 
      Classificaria ''Julieta Imortal'' como um livro 'Okay', e tranquilo para ler em um fim de semana. Stacey Jay apresenta uma releitura de Romeu e Julieta interessante, mas nem tanto criativa. Talvez até poderia sê-lo para os que curtem Mitologia.
     A narradora da história, Julieta é uma Embaixadora da Luz, e vive há uns 700 anos saindo e entrando nos corpos das pessoas; nesta história, o livro começa já no momento em que ela acaba de entrar no corpo de Ariel, uma personagem problemática e excluída. Esse início é um pouco confuso, justamente por o leitor não ter conhecimento da parte mitológica presente no livro.
     Julieta e Ben sofrem daquele Clichê romance instantâneo que sempre ocupa as prateleiras das livrarias; é bonitinho, e até que dá pra levar a leitura.
     Stacey Jay desenvolveu bem a história, que tem uns picos de humor e de ação ( momentos de ação muito bons por sinal). O final é justo e inesperado.Este é aquele tipo de livro para passar o tempo, que  interte, e não deprime: O amor não é tão intenso, e sim, divertido e justo. 



   Depressão pós-livro: 65%

Avaliação Final: 83%

O Código da Vinci, por Dan Brown


Sinopse
''Um assassinato dentro do Museu do Louvre, em Paris, traz à tona uma sinistra conspiração para revelar um segredo que foi protegido por uma sociedade secreta desde os tempos de Jesus Cristo. A vítima é o respeitado curador do museu, Jacques Saunière, um dos líderes dessa antiga fraternidade, o Priorado de Sião, que já teve como membros Leonardo da Vinci, Victor Hugo e Isaac Newton. Momentos antes de morrer, Saunière consegue deixar uma mensagem cifrada na cena do crime que apenas sua neta, a criptógrafa francesa Sophie Neveu, e Robert Langdon, um famoso simbologista de Harvard, podem desvendar. Os dois transformam-se em suspeitos e em detetives enquanto percorrem as ruas de Paris e de Londres tentando decifrar um intricado quebra-cabeças que pode lhes revelar um segredo milenar que envolve a Igreja Católica.
Apenas alguns passos à frente das autoridades e do perigoso assassino, Sophie e Robert vão à procura de pistas ocultas nas obras de Da Vinci e se debruçam sobre alguns dos maiores mistérios da cultura ocidental - da natureza do sorriso da Mona Lisa ao significado do Santo Graal. Mesclando com perfeição os ingredientes de uma envolvente história de suspense com informações sobre obras de arte, documentos e rituais secretos, Dan Brown consagrou-se como um dos autores mais brilhantes da atualidade. "O Código Da Vinci" prende o leitor da primeira à última página.''



     Não pensando em variar nem um pouquinho, Dan Brown continua lá em cima no meu conceito, em '' O Código da Vinci''.    Novamente, Brown narra uma ficção extremamente inteligente, que explora religião, história, simbologia e, é claro, aquela minúscula pitada de romance muito bem-vinda em meio a uma obra repleta de mistérios e suspense.
     'O Código da Vinci' se assemelha bastante a ' Anjos de Demônios', obra do mesmo autor, principalmente em sua parte inicial; começamos logo com um impacto, um assassinato, que dá origem a corridas contra o tempo que vão desvendando mistérios do passado, que vão chegando a vários ápices de intensidade, que acabam por desenbocar num final não esperado, porém inteligente, que por sua vez, nos engana com o próprio engano, e aí sim, o verdadeiro final é revelado. E ao final do livro é impossível o leitor não parar para refletir sobre várias questões que envolvem até sua existência e cultura.
    O livro se baseia na busca pelo Santo Graal, que na realidade, seriam documentos que afirmam que Jesus Cristo era casado com Maria Madalena, e teve decendentes. E ainda, o livro também afirma que a Bíblia Sagrada atual é como um 'copia e cola' resultante dos interesses do rei da época, que ia 'escolhendo' quais evangelhos pôr na Bíblia,de acordo com seus interesses. O cristianismo que conhecemos hoje, segundo Dan Brown, em sua metade, foi mesclado com a religião da época de Adoração ao Sol. Não é á toa que o 'Dia Sagrado' das religiões até hoje é o Domingo, que no inglês, se escreve Sun-Day, ou Dia do Sol.
     Dan Brown também explora o assunto sobre o controle que a Igreja Católica mantém sobre o mundo. A fé tornou-se algo político e uma forma de manipulação pela Igreja.  E acredito que, por isso, '' O Código da Vinci'' tenha feito mais sucesso do que ''Anjos de Demônios'', por tratar mais profundamente do campo da religião; pois na minha opinião, 'Anjos e Demônios'' vem com mais mistérios e especulações que têm mais a ver com a situação atual do mundo. Não desmerecenco, claro, ' O Código da Vinci' que também é uma obra fantástica.
     Por se tratar de assuntos bastante polêmicos, são inúmeros os livros e comentários que afirmam que as informação ditas como factuais no livro são falsas, e que tudo é uma farsa.  Acredito que nem tudo realmente seja verdade, mas acredito em grande parte, pois, em geral o livro afirma que ' Quem escreve a história é o vencedor', e isso é óbvio, podemos comprovar isso claramente hoje; até  mesmo no ''''''Descobrimento do Brasil'''''''', onde os portugueses Venceram, E ELES escreveram a história que hoje somos obrigados a saber. É facil identificarmos hoje os homens e sua ganância em busca principalmente de riqueza, prestígio e poder. 
      Apesar de não ser muito fã daqueles finais sugeridos pelos autores que dependem da sua imaginação para criá-los, posso dizer que Dan Brown soube lidar muito bem com isso. E aliás, ' O Código da Vinci' deixa um gostinho já de saudade das aventuras de Roberrt Langdon, que ainda bem, não acabam por aqui. 


Todo mundo adora uma conspiração.
Trecho: Os homens fazem muito mais o que temem, do que para obter o que desejam


Depressão pós-livro: 80%

Avaliação Final: 100%